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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Difícil de viver





Há séculos o mundo apresenta à ótica de seus habitantes setores conhecidos como o retrato da pobreza. Uma triste e degradante miséria, pois o mesmo esconde em suas trilhas a situação real de povos demograficamente destruídos, esquecidos, tratados com insignificância. Dividindo uma abstinência sobre os direitos que deveria ser-lhes imputados como cidadãos. Como os próprios direitos humanos, em que formalmente defendem que o ser humano deve viver dignamente, desfrutando do direito à vida, à moradia, à saúde, à segurança, dentre outros, os de igualdade entre os povos, em que todos são iguais independente de cor, raça, sexo ou origem.
Contudo, demonstrando certa utopia em face da real situação, pois o que se ver são favorecimentos econômicos às potências que atuam em pró de avanços financeiros, ou seja, países em que investimentos são dados como grandes medidas de retorno. O chamado SISTEMA CAPITALISTA, em que grandes obras possuem maior relevância do que pão e água à mesa dos necessitados, exemplo; países do continente africano que sofrem  com a falta de saneamento básico, saúde, segurança, educação, alimentação; o pobre que constrói às margens dos lixões, rios e esgotos por não terem um abrigo; o sertanejo que há mais de 30 anos sofre com a escassez de água, em que às vezes se submetem a sacrifícios, vendendo o pouco que lhes restam para sobreviver. Isso quando ainda há o pouco.
São verdades que ocorrem em países que visam o topo mundial em setores de “saúde, educação, segurança, economia, emprego”. Então, como contribuir de fato à mesa do pobre? Depositando cédulas em monumentos atraentes; projetos espaciais, armamentos bélicos de grande potencial, gigantescas estruturas esportivas, etc., esbanjando fortunas a fim de atrair olhares em escala mundial. Fatos que ostentam questionamentos: se podem, em parceria com países e vários órgãos, elaborar eventos extraordinários com aplicações em demasia de MILHÕES, BILHÕES e TRILHÕES, então por que não há conscientização do mesmo porte a fim de minimizar o sofrimento em muitos países? 
Contudo, fica no ar aquela famosa pergunta que nunca teve resposta; por que a fome e a miséria não tem fim? Sem contar os absurdos desvios de verbas públicas; uma mania de viver sobre riquezas através do dinheiro alheio. Além do desperdício gigantesco dos cofres públicos em obras supérfluas, "isso quando são reais", atraindo olhares de cegos que não vêm os abusos sofridos ao próprio bolso.
Enquanto uns lutam por riquezas, outros lutam pela sobrevivência. O que demonstra os confrontos, as guerras, rebeliões, indignações entre várias raças que nem sempre passivas de rixas, mas também da necessidade. Uma vez que ditadores assumem o poder transformando-os em vitalícios indestrutíveis, um império que acarreta mais sofrimentos. Enquanto a população se autodestrói como medida de protesto à situação que vivem.  Assim como nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos que lutam contra a inacabável corrupção. O que os acorrentam à mesmice e à monotonia da própria falta de exemplo, pois muitos fazem dos poderes representativos uma avassalação, agindo contrariamente aos desejos da nação. Entretanto, percebe-se que diante tal impasse, muitos perdem a confiança em alguns devido às indescritíveis ações de outros.
Sobretudo, em decorrência dos inúmeros fatos, entende-se que os ser humano mais e mais enfrentará dificuldades no decorrer de suas vidas, principalmente os mais carentes economicamente. Uma vez que a falta de interesse pela dor alheia os tornam incondicionalmente cegos, porém mais adeptos ao vício egoísta do “eu”, acima de tudo, o “eu”. Em que o poder sobressalta qualquer dor que não sejam as suas. No entanto, o que se garante, é que enquanto não existir a união, a compaixão, a reciprocidade, o ser humano viverá sob as algemas do egocentrismo.

sábado, 5 de maio de 2012

O verdadeiro Criador




                                   
Em meio tantas construções existentes no planeta, advindas de projetos humanos, implementando estruturas físicas e elevando eras e mais eras há uma determinada concepção de futuro; edifícios modernos, carros luxuosos, naves e aviões invejáveis, microcomputadores de última geração, fontes de energias diversificadas, armas poderosas, etc. Uma verdadeira apresentação da criação de homens, uma demonstração verídica do poder de criar e transformar que o mesmo possui.  Pois, na medida em que se encaminha o mundo, nada mais pode se esperar. Ou seja, não há mais como não acreditar no que o homem é capaz, é como se o novo já não fosse mais considerado o novo, uma vez que globos oculares do mundo inteiro presenciam criações e ações transformadoras a cada instante na maior tranqüilidade. Como se nada mais os chamasse à tenção, sobretudo, aceitando a idéia de que o homem tudo pode fazer, inovando e renovando a todo instante, um ser completamente linear.
Porém, mediante tamanha capacidade, torna-se aferível a prova de que os mesmos são dotados de aptidões especiais de inventar, uma propagação de sua intelectualidade em todos os ramos da vida. No entanto, sabe-se que inúmeras realizações lhes provêm, chegando-os sempre a resultados almejados através de suas capacidades, portanto há algo que os torna inábeis desde o início de toda a sua existência: o fato, a descoberta que atrai o interesse de toda a população mundial; a tão desejada resposta sobre a criação central da vida e do universo. Mesmo sabendo que houve e há levantos de grandes estudiosos do passado aos dias atuais a respeito de todo esse processo, que mesmo sob diversas objeções possui a sua importância para a identificação de inúmeros povos e nações. Porém, tal busca será considerada sempre incansável, pois gerações e mais gerações estarão sob desejos de findar esse questionamento, que nunca terá um fim.
Sobretudo, com a existência de inúmeras religiões e concepções pessoais sobre tais concepções, o que se sabe é que nada pode surgir naturalmente, do acaso. Prova disso são as criações, como mostra o significado da própria palavra no dicionário Houaiss: “ato, processo ou efeito de criar”, ou seja, nada surge do acaso, tudo se cria. O que sobrepõe a diversos conceitos do “criador homem”, uma vez que tudo existiu através de uma criação, ou seja, houve um criador para que tudo acontecesse. 
Contudo, por mais que haja o respeito sobre religiosos, ateus, céticos, etc. Seria absurdo aceitar que vivemos sob a direção do nada; que a vida advém de primatas que hoje não passam do que são – primatas; que a terra gira, por conta própria ao redor do Sol a fim de aquecer e manter em ordem as vidas existentes por acaso; que o planeta é coberto por camadas protetoras, sendo o único contemplado, em que cada uma possui sua função para proteger e assegurar bilhares de vidas por acaso; que o mar está limitado à terra mesmo com toda a sua fúria e com todo o seu teor de água por acaso; que do menor ao maior inseto que possui o seu papel não só na cadeia alimentar, mas com o processo de estabilidade da terra por acaso; que a existência de frutos e matérias primas armazenados nas florestas para o susteio da humanidade são por acaso; que uma criança é gerada e desenvolvida no ventre de uma mãe por acaso; que o amor imensurável de uma mãe por seu filho é por acaso; que a própria capacidade de criar do homem é por acaso, etc. Fatos, que comprovam não só a criação, mas também toda a manutenção, pois tudo criado é manuseado.
Portanto, é preciso crer que em tudo há um significado, porque se vivêssemos pelo acaso seriamos vagos e vazios submetidos a uma ideia voltada ao nada. Uma vez que a vida é repleta de discórdias, mas prova a sua existência.
Há um criador responsável por tamanha obra, que não só as criou, mas as mantém. Sobretudo, revisando algo aqui, outro ali, pois muito é mexido e manuseado incorretamente por mãos humanas. Por isso, esse criador que tanto tem provado a sua preocupação e zelo pela humanidade deve ser sempre respeitado, adorado e exaltado por toda a população existente e desmerecedora de tal bondade; Deus o único, criador dos criadores e verdadeiro criador.   
Os fatos comprovam a existência da vida, mesmo sendo inúmeros segundo a sua maneira, mas todos com um único intuito: delimitar, ter uma resposta que a defina. Porém, mesmo com várias discórdias, é preciso compreender que antes de criadores, somos todos criaturas.   

sexta-feira, 16 de março de 2012

Questionando os fatos




O que seria verdade na história

A história da humanidade é recheada por inúmeras peculiaridades; perguntas e respostas; certezas e incertezas, diversos tipos de informações, “fatos” que apresentam características variantes e retumbantes sobre o que seria a verdade e como encará-la. A mesma transcorre através de respostas de fácil aceitação para um público acostumado com o que vêem em livros, jornais, filmes, etc... submetidos as teses e pensamentos alheios desde o primórdio de suas existências, por falta de racionalidade e crítica independentes. 
Pois diante dos ocorridos ficaram legados e crenças sobre o que seria de fato a história, com uma formulação de idéias definidas como corretas sobre civilizações passadas. Através de estudos e levantamentos de especialistas, identificando o que seria o passado e mantendo uma idéia contínua sobre como poderia se classificar o presente. Porém, o que se sabe é; o que de fato é correto? Qual a origem do planeta? Quem somos? Como surgimos? “Somos descendentes de que ou quem? Quem são os "heróis" das descobertas, isto é, se houve realmente herói e descobertas?   Há uma religião correta, e qual seria esta religião? etc...

Contudo, mesmo presente a uma civilização em pleno século XXI em que todos pensam livremente e defendem suas próprias concepções sobre o que de fato acham sobre as “verdades”. Fica evidente o quanto as respostas se tornam inferiores mediante as infindáveis e inováveis perguntas que se multiplicam aceleradamente, transformando a mente humana de geração a geração.  Pois muito aconteceu como; a consistente teoria cientifica que leva a humanidade a crer no famoso big Ben, teoria essa que garante o surgimento do universo e sua composição através dessa grande explosão cósmica que ocorrera a meados de 10 a 20 bilhões de anos atrás. Além da figura comprovada através de fósseis: os chamados dinossauros, que teriam reinado na terra a milhões de anos. Dentre vários outros períodos e vivências, havendo também os estudos da pré-história sobre a evolução do macaco, transformando-o no que hoje ele pode ser chamado – “homem”.

Contudo, a construção da linhagem histórica continuava em todas as suas características. Assim como na religião, onde, por entre muitos anos os povos, como os gregos há séculos a. C, que firmavam-se mais e mais na idéia abstrata de diversos deuses. Assegurando uma crença politeísta referente ao mito, até começarem a descobrir-se através dos estudos e pesquisas de grandes pensadores da época, em destaque; Hecateu de Mileto século V a. C, e em conseqüência Heródoto, o então considerado pai da história.

Entretanto, séculos adiante, a indubitável teoria "verídica" do cristianismo. Que prova a criação do homem por Deus através de sua imagem e semelhança, e que após o pecado ter se difundido na terra por um único homem, viria o filho de Deus a terra como forma humana para salvar os pecadores, conduzindo-os ao arrependimento para viver uma vida sã, onde o porto principal seria o céu. Fato que já os tirava da idéia abstrata do mito, vivendo-os conduzidos pela representante de Deus na terra, a chamada igreja. Para tal era preciso crêr em uma verdade unificada, dando um basta na teoria politeísta e viver desde então a única, a monoteísta, Único Deus.   

Sobretudo, muitos episódios marcantes transformam a história no que hoje ela é, através do conhecimento da escrita que passa a datar e solidificar a mesma como a ciência que estuda o homem em seu tempo. Hoje, vivendo os tais, sobre idéias mutuantes a respeito do que creem, ou seja, libertos para compreenderem segundo o seu entendimento. Como a capacidade de identificar através da leitura o que poderia ser considerados “erros” na história. Como diversos marcos ocorridos a centenas e milhares de anos hoje visto não só como "passados verídicos", mas sob uma ótica crítica a respeito dos mesmos, ou seja, se isso realmente aconteceu e como aconteceu. Exemplo disto é a figura de homens guerreiros, reivindicadores de melhores vidas, como réus de condenação, por se levantarem contra as vontades da corte - reis. Entrementes, transcrevendo a história, erguendo a bandeira de heroísmo para homens que dividiram interesses, egoísmos  e glórias particulares entre si.

Contudo, a grande massa sofredora; índios, escravos, pobres homens, mulheres e crianças não obstante, reivindicavam somente o que seria essencial para ter uma vida oposta a tamanhos sofrimentos. Pois o desfruto das terras e vidas  eram imensamente desproporcionais ao que se necessitava para obtenção de recursos econômicos para o país. Vidas inocentes eram sucumbidas e perdidas, muito sangue foi derramado para hoje vermos a imagem de usurpadores expostas em livros e quadros como os heróis do povo. O que infelizmente muito aconteceu na construção da história; a pobreza constrói, porém a classe dominante é que se torna os engenheiros e arquitetos das obras - os gloriosos.

No entanto, hoje o homem vive à base de projetos pessoais, interesses familiares, livre das correntes que o prenderam por tanto tempo. Porém há algo que o mesmo ainda não se libertou mesmo ao se passar milhares de anos; a dúvida. Pois quanto mais a sociedade se torna crítica e racional, mais interrogações surgirão, uma vez que para acreditar em algo faz necessário desacreditar de algo, o que torna a continua e inaceitável idéia de confronto. Diferenciando-os de uma unificação passada para uma liberdade presente e futura, acreditando e defendendo, portanto carregados de dúvidas e questionamentos, porque milhares de perguntas continuaram sem respostas.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Direitos nativos




A população indígena vive um colapso, uma obstrução de direitos que, por sua vez, existe e lhes importam não só na qualidade de seres da mata brasileira, mas como cidadãos que dividem uma mesma civilização. Pois tais empecilhos vêm ostentando o que antes ocorria desde a descoberta do Brasil. Episódio em que índio e branco viviam em uma mesma terra, porém diferenças os separavam. Pois os índios passaram a ser isentos da paz que antes compartilhavam em suas terras para serem sucumbidos por banalidades egocêntricas, sob o poder de estrangeiros, eram submetidos a cumprirem desejos que nunca lhes pertenceram, onde o direito era uma palavra inexistente para os nativos.
Viviam períodos de ignorância, pois não possuíam defesas além de armamentos para sobrevivência. Contudo, hoje conhecedores da lei, conseguem enxergar mais além, ao ponto de perceberem quando são lesados, uma vez que seus princípios são feridos, o que os fazem exigir o que todos possuem; o direito; a defesa perante a justiça. Pois a lei maior (Constituição Federal de 1988) lhes assegura os mesmos direitos perante o espaço social entre brancos sem a necessidade de submissão como outrora ocorria há 511 anos atrás.
Sobretudo, muito ainda precisa melhorar o sistema para com o respeito a um povo que tanto importa para a cultura do país, pois tem sido uma dificuldade tirar do papel um direito escrito e expô-lo a prática.
Pois até então, muitos acontecimentos ainda os preocupam, como os casos quase imbatíveis de invasões territoriais, desmatamentos de suas terras, dentre outros, em que seus movimentos e reivindicações ainda são sinônimos de sangramentos e mortes. Ou seja, mesmo em tempos em que o diálogo é considerado a melhor arma de se combater a ignorância, parece não ser a solução para evitar danos e conflitos. Contudo, mesmo com os direitos que os tornam iguais a todos os povos como prever a constituição Federal (CF): princípios de igualdade, fraternidade e liberdade, como também o princípio da isonomia, os mesmos ainda são literalmente tratados de forma secundária, o que dificulta a introdução de seus ideais perante a sociedade e proteção de suas terras.
No entanto, a fim de ressarcir o que lhes foi tirado desde o período colonial, marcado pela infiltração e domínio português nos territórios indígenas, hoje há uma minúscula inserção dos tais nos projetos sociais e planos de governo. O que de fato demonstra certa indiferença, uma vez que a minoria deve representar toda a sua raça, pois a exclusão indígena tem sido maior que sua inclusão. Sobretudo, comprovando o que se ver no dia a dia; cotas limitadas em universidades, pouquíssimos representando os governos, diminuto numero de defensores de cargos importantes no país, etc.  Porém, uma cultura que durante anos vem se evadindo, mas que ainda existe para defender suas causas tanto na mata como nos centros urbanos.
Para tanto, o preconceito, o desrespeito e a falta de garantia das práticas defensivas da lei, são fronteiras que precisam ser ultrapassadas, a fim de torná-los mais que meros povos da mata, como também integrantes e participantes de um mesmo meio social.
Pois o Brasil é considerado um país democrático e deve fazer jus a tal título. Igualando todos os povos e etnias que representam sua cultura e formam as cores de sua bandeira. 

domingo, 9 de outubro de 2011

Sem trabalho não há progresso


O trabalho é, sobretudo, um fator predominante para a vida do ser humano. O mesmo surge de diversas maneiras, com conseqüências diversificadas de acordo com a sua função, prevalecendo a sua obrigação para um padrão de vida social e dignidade moral. Pois, é de suma importância para todos possuí-los, uma vez que para viver equivale a submetê-los.
Porém, dentre essas diversificações, é impossível não relatar fatos decorrentes do mesmo. Em que milhares de pessoas sentem na pele situações de desamparo, desconforto, por falta do mesmo, ou seja, uma miséria verídica em certas regiões. Como se parte da história permanecesse mesmo após diversas mudanças e conquistas aos dias atuais. Onde pessoas eram obrigadas à mão de obra escrava e gratuita, para terem no mínimo um prato de comida sobre suas mesas, por falta de salários.  A escravidão foi vencida, porém milhares de pessoas vivem semelhanças do passado aos dias atuais. Uma vez que são sujeitos não por violência, mas por necessidade em aliar-se a trabalhos com salários minúsculos e insuficientes  para  o sustento familiar. 
No entanto, a situação parece irreversível, devido à falta de respeito e cumprimento para um direito que todos têm, porém nem todos usufruem desse direito; o de viver através do trabalho. Pois são milhares o número de pessoas desempregadas. Uns para viver trabalham no pesado, outros migram para locais diferentes há busca de melhorias e inúmeros passam  a viver desempregados ou através do trabalho informal.
Então, muitas seriam as perguntas para tais situações, como; onde está o país democrático, onde todos possuem os mesmos direitos? Pois até então muitos só tem tido deveres. Para onde vão as promessas dos candidatos, que após vencerem as eleições, esquecem da existência do povo que os elegeram?
Pois vivemos em um país em que nem todos são letrados ou magistrados, uma vez que o analfabetismo ainda é alarmante em pequenas cidades e interiores do país. Contudo, o que será dos jovens e crianças que por não terem oportunidades, por sua vez, são obrigados a encarar trabalhos precoces para viver, abrindo mão dos estudos para ajudar no sustento familiar? Para onde vão as promessas de resoluções dos problemas do povo? O que será dos povos carentes, se a má distribuição de renda só os tornam mais carentes?
Perguntas que se fazem cotidianamente, principalmente ao se tratar dos ambientes esquecidos. Onde a falta de emprego, infelizmente sede espaço a ações indesculpáveis como; roubo, tráfico de drogas, prostituição etc. É sabido que tais práticas não podem e jamais devem ser levadas como justificativas, porém a falta de emprego possui um teor de culpa, afinal de contas nem todo pai de família rouba por querer, mais alguns por necessidade e acabam se acostumando ao ponto de querer levar uma vida fácil.
Contudo, o desemprego ainda é uma grande batalha a ser reduzida, já que não se pode eliminá-lo por completo. Pois a corrupção, por sua vez, atua como uma grande barreira contra adoção de empregos, uma vez que desvios de verbas tiram o foco do trabalho municipal e a esperança de empregabilidade para os povos necessitados, aumentando, assim, o índice de desemprego.
Por isso, para o progresso da nação, é preciso haver compromisso com a mesma, encarando a realidade como ela é. Com respeito e uma boa índole, para que a esperança de muitos seja correspondida através da seriedade. Investindo, gerando trabalhos, impondo o que foi proposto para uma melhora favorável à nação.
Pois sabe-se que, o desemprego é uma batalha árdua e de difícil resolução, mas vale tentar torná-lo obsoleto, para que o índice abrangente ao mínimo diminua-se. Uma vez que, um país sem emprego, é de fato um país sem progresso.

sábado, 8 de outubro de 2011

Meados da desigualdade



Império Capital

A diferença é considerada a maior divisa entre os sistemas opositores no planeta; capitalismo e pobreza.  São batalhas existentes a longos anos, onde cada uma marcou o seu período através de muitos sofrimento e sangue derramados.  Pois, com o crescimento populacional e o avanço industrial, os acompanharam também a desigualdade, associada aos projetos de ascensão capitalista, em que vidas eram ao mesmo tempo esquecidas e desfalecidas.
Contudo, a autonomia de países desenvolvidos, ministrados por órgãos de visões de interesses econômicos, deflagrou grandes episódios de usurpações contra outras nações sem os mesmos recursos. Ou seja, defesa, “força”, capital, poder político. Entretanto, em meio aos assombros, decorrentes de mandatos monarquistas ou ”republicanos”, em que durante séculos prevaleceram à classe alta; reis, burgueses, grandes comerciantes e grandes fazendeiros que viveram a sombra do trabalho escravo e indígena. Surgiram também ações de homens corajosos que com suas vidas apostavam em princípios iluministas; liberdade, igualdade e fraternidade.
Eram, no entanto, manifestos de classes que se uniam com intenções divergentes; alguns em busca de interesses obstruídos, outros à procura de melhoras significativas, dentre as quais, a liberdade. A princípio em minorias, porém morriam os mais pobres, mas decididos a mudar a situação na qual se encontravam. Circunstâncias deploráveis, como no período dos contrabandos de escravos africanos, onde muitos morriam em plena travessia dos continentes – África, America, devido à situação precária nos navios e nas próprias colônias com falta de saneamento básico, doenças, fome, castigados por seus senhores... Tratados como animais por mais de 300 anos.  Os índios que, por sua vez, eram extorquidos e obrigados a trabalhar nas lavouras e derrubadas de madeiras. Homens que por não pertencerem às cortes ou não defenderem títulos nobres, eram forçados ao alistamento militar para morrerem em meios às batalhas de proteção ou invasão.
São ações de proporções gigantescas que perduraram por milhares de anos, advindos de decisões daqueles que agindo escrupulosamente contra a vida, se diziam os reis merecedores de adorações.  Usufruindo de todas as luxurias que o sangue e o suor de inocentes poderiam lhes oferecer. Eram projetos, feitorias, alianças etc., o que os enriqueciam, enquanto outros empobreciam ainda mais, através de grandes impostos, cobranças, arrendamentos de terras, porcentagens dos trabalhos nas minas e terras nas mãos de impérios. Oprimindo a população carente com descasos e ostentando o despotismo.
Contudo, muito ainda aconteceu, o que dava seguimento às atividades de teor destrutivo, eram guerras entre as maiores potências do planeta, onde só perdia os que nada tinham a ver com seus litígios. Como a primeira e segunda guerra mundial (1914-1918) (1939-1945) – brigas por ascensões entre países de rivalidade de mercado industrial e tecnológico. Aliando-os a outras nações e desencadeando uma verdadeira derrama de sangue de civis inocentes. Episódio em que armamentos bélicos e tecnologia nuclear eram apresentados ao mundo, causando mortes humanas, ambientais e econômicas.
Todavia sabe-se que essas linhagens de acontecimentos não tiveram um fim, pois muito ainda padece o sistema carente no planeta. Séculos se passaram, mesmo em meio a um tempo em que muitas vitórias surgiram para tornar o ser humano livre e independente. Porém, não totalmente livre de escrúpulos do dia a dia. Pois, muitos encaram guerras constantes; a fome, o sistema hilário de saúde, a decadência na segurança, o desemprego, o grande índice de chacinas, preconceito, racismo, vêem se mostrado em escala alarmante. O que pondera ainda mais os questionamentos a respeito de como será de fato o futuro. Pois, passado e presente possuem diferenças que se diferem ao tempo, contudo se assemelham em muitos outros fatores. Devido a laços que não se rompem o que infelizmente os tornam bem próximos.  
 Sobretudo, muitos manifestos, “rebeliões”, revoluções e derramamentos de sangue ocorreram para hoje sermos livres de um sistema de aprisionamento. Onde idealistas eram tratados como conspiradores, filósofos como hereges, negros como escravos, índios como animais da mata, mulheres como elos frágeis e os pobres como visíveis em quantidade, porém invisíveis em tomadas decisivas.
Sabe-se que muito se passou e alterações surgiram em decorrer do tempo, melhorando aspectos essências para a vida. No entanto, excesso demasiado, será preciso para quebrar os laços que marcam a falta de igualdade no planeta, a fim de tornar o sistema justo e igualitário para todas as classes.


     
    

Empreendimento sustentável


                                                              
O planeta possui em sua composição 97% de água salgada, e os demais 3% restantes dividem-se entre rios, lagos, lençóis subterrâneos e geleiras inacessíveis. O que resume a tamanha importância dessa sublime substância para a humanidade . Uma vez que, a mesma é responsável pelo seguro de bilhares de vidas sob o planeta, no entanto, dependendo de cuidados, pois tudo um dia pode acabar.
Contudo, muito se desperdiça cotidianamente, o que a torna ainda mais escassa, pois há uma grande incompreensão da população a esse respeito. Despejando vidas através da ignorância, sem perceberem que os principais afetados serão os próprios futuramente. Deixando um legado negativo para a geração futura que dependerá da atuação do presente, pois a falta de precaução atual os tornará os coadjuvantes da chacina desta riqueza de valor incalculável.
Contudo, a modernização e o aumento populacional vêm sucumbindo essa importância e tornando a sua escassez cada dia maior, ostentando a sua decadência. Pois ao pensar que, enquanto a tem, não há motivos para assombros, erram mortalmente. Ao deixar torneiras pingando, mangueiras regando sem necessidade, chuveiros vazando, despejando lixos nos rios, projetos presunçosos com uso de agrotóxicos em beira de rios, onde após as enchentes acabam se misturando ao mesmo, transformando o azul doce em veneno letal, etc. Destruindo uma das principais essências da vida, pois a falta de cuidados para com a mesma os cobrara um preço altíssimo no decorrer dos anos.  
Uma iminência fácil de se enxergar, pois esse ouro de valor inestimável pede socorro no presente, porém a humanidade implorará a sua existência e sabor no futuro. Sobretudo, enquanto a tempo, vale cuidar e regrar para usá-la a seus favores, através de técnicas sustentáveis no intuito de evitar o desperdício. Fechando torneiras, diminuindo o tempo do banho, recapitulando a água que já foi usada para reaplicá-las em outras situações, criando sistemas de capitação de água da chuva, não a poluindo, dentre outras.
Contudo, valorizando tamanho tesouro, pois muitos países e cidades vivem secas diárias; uns esperam chuvas que não vêem, outros migram ao seu encontro e alguns morrem de doenças decorrentes do compartilhamento de águas sujas com animais por não terem como pagar por ela. Enquanto, muitos padecem e não a têm, milhares a desperdiçam todos os dias agindo erradamente e não percebem.
Sobretudo, a visão de futuro tem que ultrapassar a cegueira do presente, a fim de proporcionar melhoras no sistema de água e utilidade da mesma, usufruindo de um papel sustentável para futuras gerações.



sábado, 13 de agosto de 2011

Quebrando Paradigmas



Bandeira Feminina

Dentre inúmeras conquistas ocorridas na era Vargas por entre os períodos de 1930/1945, houve uma das quais marcaria para sempre a história humanitária do gênero em nosso país; o direito do voto feminino. Naquele instante surgia um avanço ético-revolucionário em pró dos direitos e deveres entre homens/mulheres. Pois, o mesmo outrora era cabível e de responsabilidade somente masculina.
Contudo, através do decreto de um homem pressionado por revoltas e movimentos feministas, as fronteiras que nunca haviam sido ultrapassadas por governos anteriores foram rompidas. Episódio que trouxe discussões entre oposições, pois nem todos possuíam a “mente central de Vargas”, ou seja, uma mente que buscava igualdade entre os ideais, em vez do machismo que prevalecia há muitos anos. Entretanto, o fato foi uma grande vitória iniciada, pois muito necessitava o país da inserção feminina em suas decisões políticas/sociais.
Sobretudo, o processo de expansão do espaço feminino foi crescendo paulatinamente, pois aquela figura que em tempos diferentes não tinha voz nem vez, passou a mostrar o quanto de conteúdo possuía em sua bagagem antes oculta. Entretanto, de lá para cá, muitas coisas aconteceram; a mesma só tem ganhado forças extraordinárias, pois a mulher sempre quis mais, e merecidamente conseguia. Prova de tudo isso é o que hoje se vê com facilidade; são engenheiras, médicas, sociólogas, psicólogas, empresárias, militares, professoras, jogadoras de futebol, pedreiras, feirantes, até presidenciando o país elas estão, etc. A antiga dona de casa que só cuidava dos filhos, trabalhava nas lavouras, indústrias, enfim. Hoje são mais do que isso, pois elas adquiriram o direito de cidadãs e ganharam o seu espaço dentre a sociedade e o mercado.
Fato que contribuiu de forma predominante, pois a má distribuição de renda no país só aumentaria a miséria numa sociedade em que somente homens possuíssem direitos e deveres. Contudo, esse quadro alterou para melhor a vida relacional entre homens e mulheres, uma vez que a saúde, educação, segurança e custeio familiar passaram a ser um trabalho coletivo. Pois, o progresso feminino é amplo, e aumenta a cada dia. Uma vez que a mesma já não vive sob a sombra masculina, ou seja, já não dependem do homem para sobreviver. Pois ganharam a sua independência “liberdade” perante a sociedade e o mundo.
Sobretudo, substituindo o que antes considerado frágil, por forte, quebrando algemas de preconceitos a todo instante. Mesmo sabendo que ainda são notáveis certas diferenças, onde salários entre homens e mulheres se diferem devido ao gênero. Entretanto, nada poderá tardá-las, seja em mundos antigos ou modernos, elas continuarão a ultrapassar os obstáculos e prevalecerão.

“O mundo julga pelas aparências e quase sempre se engana” – João XXIII


sábado, 2 de julho de 2011

Bullyng


Lacunas depreciativas

Um grande perigo vêm se alastrando e destruindo milhares de vidas jovens na sociedade; o bullyng. Em verdade, o seu fim, é aterrorizante, uma vez que sua difusão causa espantos às vezes irreversíveis, pois muitos casos de bullyng acontecem sem nenhum tipo de retroação. Desfazendo de vidas sem nenhum pudor, onde vários fatores levam muitos jovens a tomarem decisões errôneas e precipitadas a respeito da vida; suas e alheias.
Contudo, a palavra bullyng é definida como tipos característicos de atos de violências físicas e psicológicas de modo intencional e repentino. Com a finalidade de causar marcas inapagáveis na vida dos jovens, pois, muitos as levam consigo a muitos anos, vivendo com modos diferentes de jovens considerados “normais”. Devido à opressão, o medo, a falta de relação com outras pessoas, o isolamento, a separação para com o meio social, sobretudo, subsistindo-os sob “mundos separados”.
No entanto, fatos contribuem para com esse perigo, no qual mesmo através de tratamentos psicológicos ainda têm sido um devaneio quase incontrolável. Uma vez que é considerado um problema tanto social como de saúde pública difícil de lidar. Pois é existente em quase todos os lugares; trabalho, escola, faculdade, relacionamentos, ou seja, uma diversidade que exige esforços coletivos para ser tratado.
Portanto, muitos após anos seguidos de opressão criaram situações no qual a própria vida tornou-se o centro de ações radicais. Para tanto, o medo já não era o seu maior inimigo, pois a convivência com o mesmo os torna frios e cautelosos ao ponto de agirem erradamente contra a própria vida. Contudo, através de atos escrupulosos, criam protestos de formas inadequadas. Deixando uma ruptura ainda maior na história desse triste litígio.
Pois quando crianças aderiram problemas advindos de persuasões, violências, intimidações, críticas, assédios, falta de respeito, etc. Como um caso extremo de assédio escolar no pátio da escola em que um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Lowa, Estados Unidos, que foi vítima de assédio escolar contínuo por três anos. Tudo isso acabou por levá-lo ao suicídio em 21de Março 1993. Como; o caso recente do jovem de Realengo no Rio de Janeiro que após anos vivendo sob represálias agiu de forma dolorosa e impiedosa, destruindo não só a própria vida como a de muitos que nada tinham a ver com suas faltas.
No entanto, alguns especialistas em "bullies" denominam essas reações extremas de "bullycídio". No qual, jovens dão fim a própria vida, por falta de forças, coragem para continuar a vida em pensar que tudo conspira contra si, ou simplesmente uma forma de protesto, a fim de chamar a atenção do mundo.
Entretanto, é preciso que haja conscientizações a respeito desse perigo, a fim de torná-lo irrealizável. Correspondendo em coletividade, respeitando as diferenças alheias, sem quebrar laços relacionais, físicos e psicológicos. Cedendo espaço para a igualdade mútua, que é um direito de todos. Acompanhar a criação dos filhos; na educação, na internet em comunidades e sites de relacionamentos, na saúde tanto física como psíquica, ou seja, no meio em que estão inseridos.
Para que esse problema que tanto tem algemado muitos jovens que sofrem com ações não só passadas, como atuais no dia a dia torne-se vistoriado e tratado nos locais onde mais acontece. Pois muitos não sabem, mas o possuem abaixo de seus tetos, ou são as próprias vítimas desse litígio, porém ainda não diagnosticado. Quanto mais rápido a descoberta, melhor o tratamento.

sábado, 11 de junho de 2011

Energia em contradição





 Perigo iminente

O ano de 2011 iniciou-se sob um trágico acontecimento que pôs o mundo inteiro em transe. Onde uma devastação ocorria na cidade de Fukushima no Japão, decorrente de um forte abalo sísmico seguido de um maremoto, cujos mesmos, foram os responsáveis não só por a maior parte das tragédias ocorridas no país, como os coadjuvantes do perigo iminente que estava por vir; a radioatividade liberada pelos reatores das usinas nucleares.
O que trouxe assombros imediatos aos habitantes do país, pois grande era a proporção de energia radioativa que se propagava ao ar, contaminado o ambiente, de forma horripilante. Fato que relembrava outro parecido que ocorreu em Chernobyl na Ucrânia no dia 26 de Abril de 1986, quando problemas nos reatores das usinas nucleares, liberaram grande radiação em massa, ao ponto de sua contaminação ser considerada 400 vezes maior que a bomba que explodiu na cidade de Hiroshima no próprio Japão. Episódio que antes considerado o maior desastre nuclear já surgido, pois grande foi a alteração em diversos setores como; ambientais, econômicos, culturais e humanos.
Contudo, vários outros países foram vítimas passivas da ação da nuvem radioativa encaminhada da Ucrânia, como; União Soviética, Reino Unido, etc. Acionando assim, um alerta mundial sob tamanha contaminação e perigo inefável, sobretudo, oriundos dessa energia não-renovável, o que ponderou ainda mais os questionamentos e dúvidas a respeito do seu uso no planeta.
Uma vez que grande têm sido a sua importância em diversas áreas como; na medicina que já usufrui de tecnologia moderna por meio do uso dessa energia, através de máquinas que ajudam no tratamento e diagnóstico de pacientes; quimioterapias, tomografias, dentre outros. No entanto, o manuseio incorreto, em dosagens erradas pode levar um ser a diversos problemas de saúde como; respiratórios, cardíacos, intestinais, como também a óbito.  
Contudo, a sua eficácia a torna uma arma poderosa, porém perigosa em uso descontrolado.  Diferenciando-a de muitas outras, pois quando em desastre, sua ação é assustadora e quase irremediável, ao ponto de desequilibrar totalmente cidades, estados ou países. Uma vez que não há uma preparação nem o conhecimento por parte daqueles a quem ela faz vítimas – a população.
Por isso, ao se tratar do termo energia, é bem cabível pensar em hipóteses favoráveis a vida em vez da dor e o sofrimento. Pois diversas outras fontes podem atuar em pró de uma garantia de qualidade e melhor segurabilidade humana e ambiental, como algumas renováveis; eólica, solar, geotérmica ou maremotriz.
 

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Picadeiro da Morte



Vêem se presenciando um colapso nos serviços de saúde pública no Brasil, o descaso para com os cidadãos torna-se hilário. A percepção de desgraça ofusca a esperança de se viver, pois a presença de mortes e mais mortes é constante a cada dia nesse picadeiro da morte. Esse, serviço público, preceito fundamental à dignidade da pessoa humana não é priorizado por governo e governantes. É visto como preceito secundário às necessidades humanas. Contudo, deveria ser prioridade para uma melhor condição de vida. Pergunto-me “até quando a parcimônia dos responsáveis pela administração pública os levará a ficar com os olhos vendados a tal situação”?Será necessário a morte de um ínclito personagem político a mercê de tal serviço prestado pelo Estado?
Em verdade, o serviço de saúde publica é um direito de relevância imensurável. Porém, é desrespeitado demasiadamente. Este, que é primordialmente direito de todos se estabelece de forma desestruturada, desorganizada e falha. O que evidencia o que esta sendo dito e clareia os fatos, é a presença corriqueira de mortes em hospitais públicos por falta de aparatos necessários para manutenção de vidas. Pessoas são colocadas em corredores por falta de leito, muitas vezes ao chão por falta de macas, formando assim prateleiras de “homens”. Pode-se até intitular tal situação como: ‘A ESPERA DE UM MILAGRE’, pois só um milagre para tirá-los dessa situação oriunda em conseqüência do desrespeito à dignidade humana. A falta de medicamentos é outro ponto forte que norteia a desgraça desse serviço gratuito, todavia oneroso à vida. Falta médico, estrutura hospitalares e o principal, INVESTIMENTO.
Entretanto, o ciclo contemporâneo da vida continua. Pessoas morrem, morrem e morrem, devido a essa situação incomoda aos olhos dos necessitados e, visto como processo de desenvolvimento da saúde pelos órgão governamentais. Estes, declamam que é um processo paulatino e, que ha esperança de estimativas melhores para o Sistema único de Saúde. Esse posicionamento já é esperado por parte do ESTADO, sempre, defendendo-se com as tais metas de desenvolvimento sócio-cultural, político, econômico e de saúde pública.  Vê-se, que, Este, que deve ser responsável pelo desenvolvimento das políticas publicas não posiciona-se de modo a solucionar tal problema social.
Um direito essencial à vida, positivado na Lei máxima do Estado Brasileiro, não é um princípio a priori, é na verdade uma vergonha por tamanho descaso com tal preceito de necessidade de todos.  Tamanha desgraça só será remediada quando a administração pública perceber que saúde é um primórdio essencial para o desenvolvimento cultural, econômico, social e humano. Bem como característica de um Estado desenvolvido. 
  
                                                                                                                              Mateus .P.Cruz

terça-feira, 31 de maio de 2011

Evolução Tecnológica


                                                                  Contribuição incontrolada

A tecnologia vem evoluindo de maneira incomparável no planeta. Pois, sua maior característica é crescer e abranger todos os setores existentes das nações. Tornando-a cada dia a maior concorrente de todos os tempos, uma vez que a mesma tem usufruído de papeis quase absolutos na vida do ser humano. Ocupando um espaço difícil de ser invadido por outra área que se possa imaginar, pois a mesma esta presente a todos os lados e lugares.
Sobretudo, tornado a vida do ser humano mais fácil de ser administrada, pois os mesmos se acomodam ao fato desse desfruto vicioso. Uma vez que a invenção se responsabiliza por atos que outrora era de seus feitios. Contudo, à base dessa elevação cibernética, o mundo se encaminha a um patamar onde é preciso acompanhá-la para sobreviver, pois a própria tem mostrado ao longo dos séculos o porquê de sua contribuição na vida humana.
Períodos de marcos nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos como no caso de Roma que já produzia seus armamentos como espadas, lanças e as Neurobalísticas; a incrementação do telescópio por Galileu Galilei para o estudo das estrelas e os planetas; Portugal com seus investimentos em melhores navegações marítimas (Escola de Sagres); a Inglaterra que foi uma das pioneiras no transporte de maquinufaturas para o território brasileiro quando ocupado pelos portugueses no período colonial; os Estados unidos, que enriquecia em maiores proporções através da venda de armamentos bélicos e  modernos,  no período da 1ª e 2ª guerra mundial, o que preconizou indiretamente em evolução técnico-científico para a época.
Isto é, industrialização e a tecnologia se ampliam de modo assustador, inovando, renovando e evoluindo a todo instante, disputando o espaço somente consigo mesma. Como no caso dos computadores que, outrora, eram máquinas gigantescas usadas no período das guerras, hoje tornaram-se máquinas muito mais poderosas e miniaturalizadas ao ponto de serem carregadas para todos os lugares. Os aviões que se tornaram maiores e mais seguros; os carros que ganham o mercado em termos de conforto e tecnologia, dentre muitos outros, destacando uma das maiores invenções ocorridas em todos os tempos – a internet; que através de um clic é possível interligar o homem e o mundo dentro da rede, deslocando-o de um trecho a outro em frações de milissegundos e o informando sob todos os acontecimentos no planeta.
Contudo, a tecnologia é dona de poderes miraculosos que se solidificam a vida dos seres humanos, tornando-os seus aliados. Pois há sem via das dúvidas uma grande necessidade em aderir esses apetrechos e dar seguimento a essa modernização. Sobretudo, vivendo e contribuindo para com um  planeta rico em informações, porém pobre em saúde. Esquecendo-os que a vida precisa continuar de modo a não viver sob uma escravidão tecnológica, pois a saúde de muitos pagaram um preço alto por ocupá-la por inteiro em suas vidas. Uma vez que a falta de cuidados emocionais, psicológicos, relacionais, familiares, físicos cederam de vez aos caprichos dessa epidemia, transformando-os em meros loucos, doentes e problemáticos.
Portanto, para viver sob a evolução em um mundo cibernético, é preciso tomar certos cuidados através de limites traçados, para contribuir não só em termos tecnológicos, como também em saúde. 

"Ontem o homem corria o risco de ser escravo, amanhã de ser um robô" - Eric Troom